
Eu esperei muito tempo para te dizer, cuanto yo quería que mis pézinhos tocassem los tuyos. Ahora ya no necesito decirte, sentímos juntos lo que és compartir una história, un tiempo y tanta piel.
te amo cunumi, y feliz nosso aniversário.
realmente, adeus.
Porque talvez não fosse o momento,
Ainda que o sentimento sempre será uma crescente,
Arriscar colocar tamanha força em uma construção de base pouco sólida,
É fazer da insegurança uma certeza.
Eu nunca quis ter insegurança sobre nós, ou que abaixo de nós o terreno fosse bambo.
Patience.
Yo quiero prender ese instante.
33º Encuentro Nacional de Mujeres. Región de la Patagonia Argentina, Trelew, Chubut. Marchamos en la frente de las Mujeres originárias, Las Mapuches, por las presas, por los pueblos libres, por la libre determinación de los pueblos. Marché con mis hermanas latinoamericanas. Argentinas, brasileiras, bolivianas, paraguaias, chilenas, colombianas. Marchamos y luchamos por todos los derechos y voces, incluso y principalmente la de los pueblos originários, las latinoamericanas decoloniales, indígenas, negras, y toda esa voz que ni mismo por la patria o Estado és oída. Marchamos junto con las anarquistas, con las travas, con las tortas, con las putas, con todas las pibas. LAS SOCORRISTAS, que ayudan a abortar todos los días. Marchamos por el fin del patriarcado, por el fin de la patria, por el fin del estado, del puto capitalismo e de la yuta. Además de marchar por todos los roles de derechos humanos, salud publica, feminista, marchamos por en fin del fascismo. Mis hermanas argentinas, una multitud gritó junto a mi que “ELE NÃO’’ y tambíen por el fin de la policia militar en brasil. Que momento, apesar de todo, nos hicimos el encuentro.
Ojitos tristes de un rio platense contento,
Sea en simplemente vivir o escribir su historia.
Esa foto fue del tiempo que yo no me importaba con el egoismo de tus sentimientos, ni de las malas decisiones. Pues sabia que al menos conmigo, siempre seria franco y verdadero.
Pasa que no basta quererme y sentirse bien. Hay que querer a la gente que te quiere también. Sin chamuyos o boludeces. Y fue después que entendi, que si yo también te queria como decía, debia ayudarte como siempre me ayudaste a mí.
Eso no podía seguir. No porque habia alguien ahí. Pasa que mishones de veces traté de hacerte entender, y traté de hacerte respetar, a mí y a ella. Pero aunque solo amigos por fin, yo sentía que vos sentías algo ahí. Y de alguna forma sho dejé, sea a priori por ingenuidad y luego, porque yo quería tenerte cerca a mí.
Al fin, aunque jamás me entiendas, aunque creas que fue un exagero o una forma muy abrupta de poner fin a algo tan hermoso, renuncié nuestra amistad.
Y shí. Che, bo, lanzate. Porque quiero verte feliz, sin herir a quien te ama, andáte porque quiero que vivas una vida sin engaños y al fin che, quizá al fin puede ser que nos sentemos en ese murito de la plasha cerca a tu antigua casa a compartir un mate, un que humille al canarias, el mate más rico de todos, y me cuentes todas las peculiaridades culturales de montevideo.
Siempre deseé tu felicidad y así será.
Con cariño, de tu amiga, esa de la hacienda de las vaquitas felices.
Eu penso em suicídio constantemente. E ninguém sabe. As vezes, quando eu estou fantasiando vezes demais com formas possíveis de morte, eu comento com alguém em tom de brincadeira, mas é realmente um grito desesperado de ajuda. É tanta merda nesse mundo, nessa sociedade. O monstro capitalismo conseguiu amarrar cada área muito bem, em uma teia. Unido com monstros maiores que dominam basicamente todas as possibilidades -que eu consigo vislumbrar- de uma saída. Eles só não dominam a minha capacidade de ser imprevisível. Porque até escolhas e gostos, sinto que são dominadas. ‘’Pelo menos eu tenho consciência’’ é o que eu repito sempre, em voz, baixa, alta, e sussurrada. “Pelo menos eu busco mudar algo” é o que eu digo para encontrar um propósito. Mas quando eu me deparo, com a falta de sentido, em seguir os caminhos tradicionais, eu realmente me vejo sem saída. Sem controle. Sem solução possível em mãos. Eu acredito piamente na humanidade. Acredito do fundo do meu coração sofrido, e da minha mente racional. Eu confio na capacidade de cada ser modificar algo, e em cadeia, em coletivo, transformar tudo isso. Eu não quero desistir dessa experiência humana que me foi dada. E isso está bem longe de ser um texto suicida. Muito pelo contrário, é um apelo a minha própria vida. Quando eu estou fantasiando, desejando, e propiciando possíveis fins à minha existência, eu estou, simultaneamente, recriando forças, consolidando ideias, e fazendo aquilo que eu sei de melhor: amando a oportunidade de vivenciar o caos com o fim de trazer ordem.
Como boa ariana, eu gosto do desafio, eu gosto da minha coragem, eu gosto de enfrentar monstros e eu gosto de ganhar. Quero vencer uma parcela do capitalismo. Quero vencer uma parcela da ignorância. Quero vencer uma parcela da segregação, da desigualdade, da desunião.
Quero fazer amor. E se for pra morrer, que meu amor me mate.
Eu confio na autenticidade do amor.
Das mais diversas formas, o amor se manifesta.
Não há sentido a busca por definições, padrões ou comparações.
Há sentido no todo, e no que me resta.
Me resta o amor, porque de mim não sobrará mais nada, nem carne, nem migalha. Pingará no fim da minha existência a única gota que fui. Na vida sentimos que somos muitas. Começamos como filhas, perpassando profissões e cargos, e terminamos como status. Nomeamos tudo, até quem somos. E agonizada vive aquela que não sabe qual nome será de sí. Mas me pergunto: por que temos que romper com a paz de simplesmente ser, para dizer o que somos, claramente sem entender que nessa inútil tentativa perdemos, muito mais do que ganhamos? Eu não me arrisco. Aqui dentro de mim, eu não me arrisco a dizer que sou. Pra sociedade eu vomito minhas ignorâncias e prepotências. Confundo exercer, ter, poder com ser. Só para acreditarem e eu ficar livre do peso de não saber o que sou perante uma sociedade que me exige ser algo. É mais provável que sou o que me resta ser. E nada mais.
Uma série de emoções em português
que ninguém mais entenderia.
Preciso pôr fim a um medo.
Não quero o revelar agora à quem lê. Mas direi o que for preciso.
Não costumo segurar muito bem as pontas quando algo me dói emocionalmente. Eu posso até dizer que sim, demonstrar e agir como se eu não me importasse, mas eu não engano ninguém, quem dirá a mim.
Tenho o dom de ser sincera. E digo dom em alto e bom som, pois em um mundo tão cheio de cinismos, aflições e aversões pelo óbvio, pelo real, em um mundo que se digitaliza a cada segundo um pouquinho mais, eu tenho o dom de ser sincera. Veja, que, apesar de eu considerar algo bom, não é sempre o melhor. Na verdade, se levarmos em consideração o mundo em que vivemos, feito para sustentar aparências e reprimir duras realidades, é quase que uma praga. Imagina você estar condenado à dizer a verdade sem que, ao menos, esta exista? Imagina? Se vamos falar de verdade, claramente entraremos em uma relativização sem fim. Agora imagina que você diga àquilo, que dentro do seu sistema de crenças e concepções, parece se alinhar com uma verdade, só que, essa verdade, doa a quem escutar. Imagina que desastroso? Ainda mais se for uma verdade desajustada, dessas que não se importa com o outro; dessas que não cuida e nem faz bem a quem escuta. Verdades desajustadas e egoístas, como toda, essencialmente, acaba sendo. A questão é que praticar o ser sincero, envolve, também, esperar ou expectar um retorno. Eu espero que estejam sendo sinceros comigo, mas não estão. Tirando a família, -construção social na qual é praticamente uma norma se prestar à sinceridade, com o fim de educar- não consigo pensar em ninguém, que eu confie de pé junto, que tenha sido, de todo, sincero comigo.
Onde eu quero chegar? Bom, visto que, sou sincera e não recebo, majoritariamente, um retorno dessa sinceridade, eu estou, basicamente, condenada à machucar alguns e à ser machucada.
Consideremos, que, por mais esclarecidos e cientes, que estejamos, de que todos falhamos e de que ninguém sabe de nada, sempre vamos cair na armadilha do ego. Então, eu, receosa, espero ouvir uma verdade sincera sobre a perspectiva de um outro ser sobre algo meu, e isso me dá calafrios. E quando eu acabo ferindo alguém, sem intenção, porque eu acreditei que a pessoa estava contanto com uma resposta sincera.
O ponto é que ninguém sabe lidar com isso; com a ansiedade que causa essa estranheza ao se deparar com o sincero, e isso tudo é oriundo da insegurança de ser.
Portanto, me questiono até que ponto devo eu seguir no caminho da integridade e sinceridade a qualquer custo? E até que ponto devo esperar ou aceitar a sinceridade que me chega?